Senti que estava mais cansada do
que imaginava, ao descobrir que tinha apagado as fotos da máquina antes de as
passar para o computador. A única que se salvou foi esta, tirada em Ponte de
Lima. A prova visual de que estive lá, no Minho. Quando no domingo, dia 14 de abril cheguei a casa com a bicicleta numa mão, e uma mala na outra, demorei algum tempo a fazer a transição: "ah, pois! - suspirei, de volta ao mundo real!". As imagens das paisagens verdejantes, das casas rústicas em pedra, dos animais a pastar, do sobe e desce impiedoso por belas estradas umas vezes a serpentear um rio, noutras rodeadas de abundantes cascatas, sempre luxuosamente adornadas por uma vegetação rica e de cores vibrantes, atravessavam a memória em flashes contínuos. Porquê? Estas coisas boas deviam durar para sempre, pensei, apesar das dores musculares nas pernas.
Daria tudo para que ainda fosse sexta feira, dia doze de abril, quando viajava de Expresso 50 Lisboa-Braga, superlotado com passageiros e com a bagagem no porão, apertada como sardinha em lata; a cada solavanco da viatura, eu estremecia: "ai a minha Nikita! será que ainda está inteira?" A Nikita devidamente desmontada, viajava no porta-bagagens dentro de uma saco; estava tão envolvida por faixas de plástico com bolhas como uma lagarta num casulo; depois disso, ainda acrescentei alguns tapetes e por cima de tudo, um velho lençol com elástico.
Estava a estrear-me em viagens de autocarros da Rede Nacional de Expressos e, as cinco horas ali sentada, apenas com uma paragem em Fátima e uma mudança de viatura no Porto, teriam sido penosas, se não tivesse um sono fácil. Dormi como um bebé.
A alegria de chegar ainda de dia a Esposende, foi maior quando confirmei que iria ficar bem instalada na Estalagem Zende, por um preço acessível e que a 400m dali, havia uma loja de bicicletas, "A Vespinha". Fui atendida por um senhor de meia idade muito simpático que me ajudou a montar a Nikita, depois da tarefa titânica de a remover do "casulo". Vesti o colete refletor à pressa, montei as luzes na bicicleta e lá fui eu fazer um pequeno aquecimento de 6 kms. Antes de adormecer profundamente, jantei um belo prato de carne grelhada com arroz e salada, acompanhado de sopa quente e uma rodela de abacaxi.
Às 4h00 da manhã com a máquina equipada, comia as papas cerelac, uma
mão-cheia de passas sultanas, enquanto via um episodio do "Jogo dos
Audazes" no AXN, consultando as horas ansiosamente.
6h30! ja estava a
pedalar para a Delegação da Cruz Vermelha de Marinhas, onde fui das primeiras a
chegar.
No ano passado tudo era novidade e descoberta; este ano, foi o prazer de voltar, rever os randonneurs de muitos brevets, conhecer os novos, partilhar experiências, tagarelar e sentir no ar o irresistível apelo de um belo desafio. Nem que me pagassem naquele momento, voltaria atrás. Alguns pingos de chuva provocaram inquietação. "Isto vai melhorar"- tranquilizava-nos alguém, salvo erro o M.Miranda.
Estavam lá quase todos os "cromos", destas longas distâncias, que é tão bom rever e as suas bicicletas lindíssimas, umas clássicas, outras modernas. A minha pequena Nikita, pavoneou discretamente os seus cinzentos titânicos. Eu comentava, receosa: "no ano passado, estava fisicamente, mais preparada, mas não sabia bem ao que vinha; este ano, sei o que me espera, mas o treino foi muito fraco". Às 7h15 saímos do posto de controle 1; já nos conhecíamos e nos primeiros 80kms não nos descolamos muito, partilhando poses para as fotos, rindo um bocado com os comentários sobre a minha bicicleta e absorvendo ávidamente, os valiosos conselhos do Pedro Alves sobre bike fit.
A surpresa, foi ver o Paulo Leal, randonneur de alguns brevets de Vila Franca de Xira e também voluntário, como eu noutros tantos. Conversa garantida!
Estava a adorar as novas sensações transmitidas pela Nikita. No quadro está escrito - "nada parece, anda ou dura como o titânio". No início, desconfiei um bocado, mas rapidamente apercebi-me que por alguma razão especial, não sentia quaisquer dores desconfortáveis. Fiquei rendida e convertida.
Os organizadores da Via Veteris fizeram algumas alterações no percurso deste ano. Dei-me conta disso ainda em Almada e estudei bem a lição. Ai que beleza! As paisagens com uma paleta de cores cativante, despertaram os muitos anos passados a pintar aguarelas. Olha o bezerrinho, mesmo acabado de nascer! Viram? Olá! Olá! Bom dia! Boa tarde! - cumprimentava à esquerda e à direita quando alguem interrompia o trabalho da terra para olhar para nós.
No ano passado tudo era novidade e descoberta; este ano, foi o prazer de voltar, rever os randonneurs de muitos brevets, conhecer os novos, partilhar experiências, tagarelar e sentir no ar o irresistível apelo de um belo desafio. Nem que me pagassem naquele momento, voltaria atrás. Alguns pingos de chuva provocaram inquietação. "Isto vai melhorar"- tranquilizava-nos alguém, salvo erro o M.Miranda.
Estavam lá quase todos os "cromos", destas longas distâncias, que é tão bom rever e as suas bicicletas lindíssimas, umas clássicas, outras modernas. A minha pequena Nikita, pavoneou discretamente os seus cinzentos titânicos. Eu comentava, receosa: "no ano passado, estava fisicamente, mais preparada, mas não sabia bem ao que vinha; este ano, sei o que me espera, mas o treino foi muito fraco". Às 7h15 saímos do posto de controle 1; já nos conhecíamos e nos primeiros 80kms não nos descolamos muito, partilhando poses para as fotos, rindo um bocado com os comentários sobre a minha bicicleta e absorvendo ávidamente, os valiosos conselhos do Pedro Alves sobre bike fit.
A surpresa, foi ver o Paulo Leal, randonneur de alguns brevets de Vila Franca de Xira e também voluntário, como eu noutros tantos. Conversa garantida!
Estava a adorar as novas sensações transmitidas pela Nikita. No quadro está escrito - "nada parece, anda ou dura como o titânio". No início, desconfiei um bocado, mas rapidamente apercebi-me que por alguma razão especial, não sentia quaisquer dores desconfortáveis. Fiquei rendida e convertida.
Os organizadores da Via Veteris fizeram algumas alterações no percurso deste ano. Dei-me conta disso ainda em Almada e estudei bem a lição. Ai que beleza! As paisagens com uma paleta de cores cativante, despertaram os muitos anos passados a pintar aguarelas. Olha o bezerrinho, mesmo acabado de nascer! Viram? Olá! Olá! Bom dia! Boa tarde! - cumprimentava à esquerda e à direita quando alguem interrompia o trabalho da terra para olhar para nós.
O posto de controlo de Ponte de Lima, foi uma agradável oportunidade de convívio e para tirar muitas fotos, que apaguei sem querer; também foi a última vez que vi algumas caras, pois o grupo começava a separar-se, conforme o ritmo de cada um.
Devido às obras em Ponte da Barca, tivemos de fazer um pequeno percurso a pé e tiramos mais fotos.
Depois, vieram as subidas. Penosas! Já sabia ao que vinha! Mas dava tudo para não ter adoecido em março, para ter treinado na Arrabida mais vezes, que a meteorologia tivesse ajudado...enfim, uma pessoa faz o que pode!
Não é que eu perdi a vergonha e desmontei na subida da Ponte Medieval, sem ao menos ter tentado! Mas foi pura imitação! Assim que os outros desmontaram e subiram a pé pelo empedrado eu fiz o mesmo; afinal, com jeitinho até se subia bem, porque voltei atrás e experimentei pedalar uns metros naquela pedra antiga.
Depois do posto de controlo no Miradouro do Sistelo, o grupo fragmentou-se mais e fiquei reduzida à companhia do Paulo e de um moço com uma bicicleta de btt "gordíssima" (um herói). Sempre a subir, outras a descer e depois, Monção.
Depois, vieram as subidas. Penosas! Já sabia ao que vinha! Mas dava tudo para não ter adoecido em março, para ter treinado na Arrabida mais vezes, que a meteorologia tivesse ajudado...enfim, uma pessoa faz o que pode!
Não é que eu perdi a vergonha e desmontei na subida da Ponte Medieval, sem ao menos ter tentado! Mas foi pura imitação! Assim que os outros desmontaram e subiram a pé pelo empedrado eu fiz o mesmo; afinal, com jeitinho até se subia bem, porque voltei atrás e experimentei pedalar uns metros naquela pedra antiga.
Depois do posto de controlo no Miradouro do Sistelo, o grupo fragmentou-se mais e fiquei reduzida à companhia do Paulo e de um moço com uma bicicleta de btt "gordíssima" (um herói). Sempre a subir, outras a descer e depois, Monção.
Daí em diante, na longa e desgastante reta para Valença, a minha disposição
alterou-se profundamente. O vento de frente enervou-me e um cansaço anormal, tomou conta
de mim. Bebia, mas não me apetecia comer, sentia náuseas. Os meus companheiros
entraram num café à beira da estrada, para comer, mas eu fiquei cá fora a
apanhar ar e a vigiar as bicicletas. Trinquei uma sandes de queijo (preparada na Estalagem Zende), que ficou abandonada no cinzeiro de uma mesa. Uma súbita
"ventania", apanhou-me de surpresa: eram o Manuel Miranda, o Pedro e o Albano, a pedalarem velozmente,
como se a estrada fosse plana.
A partir do quilómetro 130, comecei a pagar a fatura por não ter carregado as baterias. Sentia-me a sufocar com o calor; tinha vestido demasiada roupa de inverno, e o ritmo da subida baixou perigosamente; o coração dava saltos inquietantes. O Paulo abrandou e disse-lhe que não me sentia bem. Nesse momento, surgiu um restaurante, providencial; paramos imediatamente. Tremia tanto, com uma enorme fraqueza. Será que a minha viagem termina aqui?, pensava desanimada, sentindo que andava para trás.
Mas não! Um grande prato de sopa, um delicioso bolo de arroz e uma garrafa de água fresca, caíram como um maná do céu; deram-me a energia que precisava e devolveram-me muita confiança. Depois deste susto, foi sempre a andar para a frente. Foram 4kms a subir, sem descanso, curva, contra curva, até São Bento da Porta Aberta, onde não vimos mais nenhum restaurante.
Albergue de Peregrinos de Rubiães! Fomos calorosamente saudados por alguns alberguistas que em troco nu, apanhavam banhos de sol e num sotaque estrangeiro perguntaram-nos, em português, de onde vinhamos e para onde íamos; viramos as bicicletas no sentido do nosso destino (como manda a tradição), antes de carimbar os cartões. O voluntário de Rubiães garantiu-nos que dali em diante, seria mais fácil, sempre a descer. Não era bem assim, avisei os outros já entusiasmados, porque ainda tínhamos mais um maravilhoso "quebra-pernas", ao longo da bela estrada que contorna o rio Coura. Para essa eu já vinha bem preparada e não me custou tanto como no ano passado. Que lugar de sonho! Hei-de voltar todas as vezes que puder, só pelo prazer de pedalar ali.
O rapaz da bicicleta de btt, afastou-se de nós definitivamente. O Paulo já acusava um grande desgaste e paramos num bar numa esquina, a cerca de dois quilómetros de Caminha para que ele enchesse a Camelbak de água. Foi bombardeado pela curiosidade das pessoas do bar e resumiu um bocado do nosso desafio. Arrancamos. Já tinhamos pedalado um bocado, quando ouvimos um carro buzinar e a condutora fez-nos um sinal e encostou o carro ao passeio; trazia com ela a bolsa do selim da bicicleta do Paulo, com documentos, que ficara esquecida no bar, onde comprara água. Epah! isto mexeu comigo! fiquei bastante sensibilizada com o gesto!
Caminha! Finalmente! Estação fluvial com a Galiza ali em frente, e tal como no ano passado, a Lúcia Faria acolheu-nos com uma imensa simpatia. O Paulo, que diz que só anda nestas coisas, para comer, ainda perdeu alguns minutos num café, enquanto eu enchia pela terceira vez a Camelbak e olhava o relógio muito preocupada. 18h00! e ainda faltavam 44kms. Por uma razão muito estranha tinha-me convencido de que eram apenas 34kms entre Caminha e Marinhas. Tinhamos de andar depressa e agora sem parar.
A partir do quilómetro 130, comecei a pagar a fatura por não ter carregado as baterias. Sentia-me a sufocar com o calor; tinha vestido demasiada roupa de inverno, e o ritmo da subida baixou perigosamente; o coração dava saltos inquietantes. O Paulo abrandou e disse-lhe que não me sentia bem. Nesse momento, surgiu um restaurante, providencial; paramos imediatamente. Tremia tanto, com uma enorme fraqueza. Será que a minha viagem termina aqui?, pensava desanimada, sentindo que andava para trás.
Mas não! Um grande prato de sopa, um delicioso bolo de arroz e uma garrafa de água fresca, caíram como um maná do céu; deram-me a energia que precisava e devolveram-me muita confiança. Depois deste susto, foi sempre a andar para a frente. Foram 4kms a subir, sem descanso, curva, contra curva, até São Bento da Porta Aberta, onde não vimos mais nenhum restaurante.
Albergue de Peregrinos de Rubiães! Fomos calorosamente saudados por alguns alberguistas que em troco nu, apanhavam banhos de sol e num sotaque estrangeiro perguntaram-nos, em português, de onde vinhamos e para onde íamos; viramos as bicicletas no sentido do nosso destino (como manda a tradição), antes de carimbar os cartões. O voluntário de Rubiães garantiu-nos que dali em diante, seria mais fácil, sempre a descer. Não era bem assim, avisei os outros já entusiasmados, porque ainda tínhamos mais um maravilhoso "quebra-pernas", ao longo da bela estrada que contorna o rio Coura. Para essa eu já vinha bem preparada e não me custou tanto como no ano passado. Que lugar de sonho! Hei-de voltar todas as vezes que puder, só pelo prazer de pedalar ali.
O rapaz da bicicleta de btt, afastou-se de nós definitivamente. O Paulo já acusava um grande desgaste e paramos num bar numa esquina, a cerca de dois quilómetros de Caminha para que ele enchesse a Camelbak de água. Foi bombardeado pela curiosidade das pessoas do bar e resumiu um bocado do nosso desafio. Arrancamos. Já tinhamos pedalado um bocado, quando ouvimos um carro buzinar e a condutora fez-nos um sinal e encostou o carro ao passeio; trazia com ela a bolsa do selim da bicicleta do Paulo, com documentos, que ficara esquecida no bar, onde comprara água. Epah! isto mexeu comigo! fiquei bastante sensibilizada com o gesto!
Caminha! Finalmente! Estação fluvial com a Galiza ali em frente, e tal como no ano passado, a Lúcia Faria acolheu-nos com uma imensa simpatia. O Paulo, que diz que só anda nestas coisas, para comer, ainda perdeu alguns minutos num café, enquanto eu enchia pela terceira vez a Camelbak e olhava o relógio muito preocupada. 18h00! e ainda faltavam 44kms. Por uma razão muito estranha tinha-me convencido de que eram apenas 34kms entre Caminha e Marinhas. Tinhamos de andar depressa e agora sem parar.
"Agora, vou eu na frente e tu vens atrás a descansar, pois sinto-me com muita
força e conheço bem o caminho" - podem não acreditar fui eu quem disse mais ou menos
isto ao Paulo.
Parecia que tinha sido picada por uma vespa, quando iniciei um pequeno contra-relógio entre Caminha e Marinhas.
Azarito! o vento soprava de sul. Moledo! Vila Praia de Ancora! Afife! Areosa! praias, praias belíssimas para esquecer a dureza da vida, mesmo com a visão das ondas do mar bravio.
Viana do Castelo! Ia suspirar de alívio, quando por um triz uma condutora impaciente, não me passou a ferro. Esta foi a primeira. Depois foram outros e mais outros e só descansamos realmente quando depois de passar a Ponte Eiffel sobre o rio Lima, vimos o desvio à direita para Castelo de Neiva. Ao longe, um colete amarelo, denunciava a presença de um randonneur. Era o rapaz da bicicleta de btt.
- Ânimo, Paulo - só faltam 6kms e ainda são 20h00, dizia.
- Achas que conseguimos? - perguntou ele.
- Claro, temos condições para isso - garanti, embora com o barulho do vento não tivesse a certeza se me ouvia bem.
A cerca de 3kms da chegada, vimos as luzes "estridentes" de uma bicicleta. Era um Pedro Alves muito bem disposto que nos vinha fazer companhia, ou por outras palavras para um "resgate", transmitir ânimo e "rebocar-nos". Uma atitude muito bonita e exemplar; - Está tudo bem - sosseguei-o -apesar de um grande susto, que foi superado, a 80kms atrás.
E...chegamos!
Porque será que fico sempre assim, com um sorriso parvo quando concluo um brevet? falo, falo até ficar com as bochechas cansadas.
A noite tinha caído e, para relaxar, regressei a pedalar, à Residencial Zende, a 2kms dali, onde surpreendi tudo e todos que lá chegavam em trajes de festa para um Sábado Dançante.
Azarito! o vento soprava de sul. Moledo! Vila Praia de Ancora! Afife! Areosa! praias, praias belíssimas para esquecer a dureza da vida, mesmo com a visão das ondas do mar bravio.
Viana do Castelo! Ia suspirar de alívio, quando por um triz uma condutora impaciente, não me passou a ferro. Esta foi a primeira. Depois foram outros e mais outros e só descansamos realmente quando depois de passar a Ponte Eiffel sobre o rio Lima, vimos o desvio à direita para Castelo de Neiva. Ao longe, um colete amarelo, denunciava a presença de um randonneur. Era o rapaz da bicicleta de btt.
- Ânimo, Paulo - só faltam 6kms e ainda são 20h00, dizia.
- Achas que conseguimos? - perguntou ele.
- Claro, temos condições para isso - garanti, embora com o barulho do vento não tivesse a certeza se me ouvia bem.
A cerca de 3kms da chegada, vimos as luzes "estridentes" de uma bicicleta. Era um Pedro Alves muito bem disposto que nos vinha fazer companhia, ou por outras palavras para um "resgate", transmitir ânimo e "rebocar-nos". Uma atitude muito bonita e exemplar; - Está tudo bem - sosseguei-o -apesar de um grande susto, que foi superado, a 80kms atrás.
E...chegamos!
Porque será que fico sempre assim, com um sorriso parvo quando concluo um brevet? falo, falo até ficar com as bochechas cansadas.
A noite tinha caído e, para relaxar, regressei a pedalar, à Residencial Zende, a 2kms dali, onde surpreendi tudo e todos que lá chegavam em trajes de festa para um Sábado Dançante.
Agradecimentos finais:
- Obrigada aos organizadores da
Via Veteris por este dia fantástico! Apesar do meu Garmin ter registado 3300m de
acumulado em 214kms, sei que foi um
passeio no parque comparado com a “temível” conquista da serra do Barroso no próximo BRM 300 Baixo Minho e Barroso. Depois se verá!
- Não posso esquecer-me da generosa disponibilidade dos simpáticos voluntários;
- Um obrigado ao Pedro Alves e ao Albano Simões,
pela companhia bem disposta e animada;
- E finalmente, não podia deixar
de lembrar o Paulo Leal, e agradecer pois fazendo justiça ao apelido, foi um
companheiro de jornada de uma enorme lealdade. Obrigada por teres parado e
esperado por mim, pois eu preciso de uma corda nas descidas. Quando o vosso
grupo de Odivelas quiser aparecer para pedalar na serra da Arrábida, será um prazer acompanhar-vos.
Ângela Gouveia, 16 de abril 2013