“A perfeição é alcançada a passos lentos; é necessária a mão do tempo.” (Voltaire)

sábado, 15 de fevereiro de 2014

Queimando pneus


O céu continua encoberto e o Sol ora aparece ora esconde-se. 

Oleei a corrente e meti ar nos pneus da Charge, pensando em:
 «Os dias sem ti/ 
São todos iguais/ 
São dias sem brilho/ 
São dias a mais»
J. Aguardela 

Quase a chegar a Setúbal, feliz como uma andorinha, a saborear um passeio de 3 dígitos (contas certas, 50 na ida e 50 na volta), quando ... puff! o pneu traseiro fura! 

No problem! Reparar um furo também faz parte do treino. A chatice é quando começa a chover precisamente naquele momento e os dedos (con)gelam de frio. Vá lá! Não me posso queixar muito, porque furei a poucos metros da bomba de gasolina e foi só caminhar um bocado até lá. No fundo tive sorte. E na bomba de gasolina passa muita gente que até gosta de ajudar, se eu precisar.

Nos 50 quilómetros de regresso os meus pensamentos dividiram-se entre o medo de voltar a furar e a utilidade destes pneus que já vinham na Charge quando a comprei. 
No espaço de uma semana o pneu Continental Ultra Race da roda traseira da Charge furou duas vezes. Um recorde para quem furou duas vezes em 2013 e 2012 e uma vez em 2011. Os pneus Grand Prix 4000S da Nikita, com cerca de 7000 quilómetros nunca furaram.




Estou a magicar se não seria boa ideia fazer os brevets com uns Grand Prix Attack/Force combo 700 22/24 e mudar os GP4000S para a Charge. Os reviews favorecem o GP 4000S desde que sejam 700x25 e eu tenho 700x23, que não me parecem ideais para os brevets, mas são perfeitos para as voltinhas domingueiras.


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