O céu continua encoberto e o Sol ora aparece ora esconde-se.
Oleei a corrente e meti ar nos pneus da Charge, pensando em:
«Os dias sem ti/
São todos iguais/
São dias sem brilho/
São dias a mais»
J. Aguardela
J. Aguardela
Quase a chegar a Setúbal, feliz como uma andorinha, a saborear um passeio de 3 dígitos (contas certas, 50 na ida e 50 na volta), quando ... puff! o pneu traseiro fura!
No problem! Reparar um furo também faz parte do treino. A chatice é quando começa a chover precisamente naquele momento e os dedos (con)gelam de frio. Vá lá! Não me posso queixar muito, porque furei a poucos metros da bomba de gasolina e foi só caminhar um bocado até lá. No fundo tive sorte. E na bomba de gasolina passa muita gente que até gosta de ajudar, se eu precisar.
Nos 50 quilómetros de regresso os meus pensamentos dividiram-se entre o medo de voltar a furar e a utilidade destes pneus que já vinham na Charge quando a comprei.
No espaço de uma semana o pneu Continental Ultra Race da roda traseira da Charge furou duas
vezes. Um recorde para quem furou
duas vezes em 2013 e 2012 e uma vez em 2011. Os pneus Grand Prix 4000S da Nikita, com cerca de 7000 quilómetros nunca
furaram.
Estou a magicar se não seria boa ideia fazer os brevets com uns Grand Prix Attack/Force combo 700 22/24 e mudar os GP4000S para a Charge. Os reviews favorecem o GP 4000S desde que sejam 700x25 e eu tenho 700x23, que não me parecem ideais para os brevets, mas são perfeitos para as voltinhas domingueiras.



Sem comentários:
Enviar um comentário